A corrida pelo ipê comparada à corrida pelo mogno. Exploração indevida de espécies que não possuem a capacidade de regeneração em curto, nem em médio prazo. Segundo matéria veiculada nesta segunda pela Folha de S. Paulo, os cortes de ipê (amarelo e roxo) são feitos na Amazônia com intervalos de 30 anos. A madeira cortada, contudo, só é totalmente reposta em 60 anos. Vale uma discussão a respeito do uso consciente da madeira e a leitura da reportagem: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u486165.shtml
Paula Nadal