
Além disso, a Praça conta com uma pequena área para compostagem, tendo em vista a demonstração do processo para os visitantes do local e com uma horta circular devidamente suspensa, para atividades com crianças inseridas no programa de educação ambiental.
Todo o projeto paisagístico baseia-se rigorosamente no Termo de Referência para recuperação de áreas degradadas, desenvolvido pelos órgãos ambientais da Prefeitura de São Paulo. Na praça de acesso, assim como no bosque, foi colocada uma camada de 50 cm de terra nova. Foram mais de 3500 m³ de terra limpa em todo o terreno - o suficiente para encher duas piscinas olímpicas.
Todos os jardins da Praça foram construídos sobre uma estrutura completamente isolada do solo original do terreno, os tec gardens, elevados sobre uma estrutura de mantas de borracha e placas de ardósia recheadas com fibra de coco.
Questões polêmicas e educativas como a produção de etanol e biodiesel, os sistemas de hidroponia, o plantio de culturas como soja, milho e algodão, assim como problemas urbanos, como as ilhas de calor, as questões relativas à eficiência energética e à termoacústica, por exemplo, são abordadas no projeto paisagístico da Praça, criado pelo arquiteto Benedito Abbud.